• Ezequiel Silva

Tão combatido, jamais vencido!

Quando cantamos essa passagem do hino do Cruzeiro, não nos referimos apenas às batalhas dentro do campo. Ser invencível, no caso azul, vai além disso: é resistir; resistir às adversidades inerentes a um gigante do futebol, de imensa torcida e enorme pressão.


O Cruzeiro é combatido diariamente desde a sua criação, ainda como Palestra. Não é um combate comum, dentro das regras. Na verdade, poucas vezes foi. E esse combate desigual, feito de caso pensado, dão aos nossos triunfos um sabor ainda mais especial. Nossas vitórias extrapolam o campo de jogo, são golpes meticulosos no "monstro'' do sistema outrora estabelecido.


Cada passo dado para a frente pelo Cruzeiro provoca raiva e rancor em corações alheios. Ver a nossa bandeira tremulando altaneira sob o céu estrelado, e saber que ainda respiramos, causa arrepios odiosos em quem não nos quer bem.

Foto: Staff Images


No entanto, o pior sentimento é perceber que muitos desses combatentes (do mal) estão em nossas próprias fileiras. Gente que se diz palestrino/cruzeirense, mas que ficam à espreita, respirando baixo e esperando o fracasso, para então apontar o dedo e bater no peito evocando a própria razão.


Eles não entendem que o aguerrido Palestra transformou-se no gigante Cruzeiro e extrapolou os limites de um bairro, de uma cidade. Há muito, a maior torcida de Minas Gerais é heterogênea, formada além das famiglias, em um mar de Silvas, Santos, Pereiras, Dias.


Para esses, e para os outros: o Cruzeiro (o time do povo mineiro) é sim invencível, não importa quanto o combatam, pois, fomos moldados pela luta e o combate é a nossa essência. Enquanto um de nós respirar, o Cruzeiro jamais estará sozinho.


#FechadoComOFenômeno


Um abraço aos amigos do DebateZeiros!



Por: Ezequiel Silva - @ezequielssilva89

Edição: Renata Batista - @Re_Battista