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Uberlândia 2x2 Cruzeiro: Empate para refletir, Mano. (Mais um)

Em jogo atrasado da nona rodada, o Cruzeiro enfrentou o Uberlândia na simpática cidade do triângulo. O time da casa iniciou com Thiago Braga; Cesinha, Mauro Viana, Bruno Costa e Rogério; Bruno Moreno, Rodney, Alê; Diogo Peixoto e Berger; Schumacher. Mano mandou à campo Rafael; Mayke, Léo, Manoel e Fabrício; Hudson e Cabral; Thiago Neves e Alisson; Sóbis e Ábila. O Cruzeiro iniciou o jogo indo ao ataque, mas logo aos 07 minutos o Uberlândia abriu o placar. Sóbis, que perdeu uma boa chance, converteu de pênalti aos 46.

Como de praxe, Mano não substituiu no intervalo, porém o time voltou com outra postura. Logo aos três, Ábila cabeceou na trave, após uma boa jogada iniciada com uma arrancada de Mayke, boa enfiada de Sóbis e assistência de T.Neves. Um prenúncio de que a virada celeste viria. Aos 8, o argentino mostrou seu oportunismo e, de primeira, mandou para as redes após lançamento de Cabral. O time da casa não se abateu e conseguiu o empate aos 47 do segundo tempo, dando números finais ao jogo.

O treinador celeste, de forma muito acertada, poupou os pendurados Diogo Barbosa e Ezequiel. Mayke fez um bom segundo tempo, mas Fabrício mostra a cada jogo não ter a menor condição de vestir a camisa celeste. Este foi o primeiro jogo em que o Cruzeiro saiu em desvantagem no placar. Rafael pareceu um pouco adiantado na cabeceada de Rogério, porém a zaga celeste vacilou e Léo não acompanhou o camisa 9 do verdão que apenas empurrou pro gol. O Cruzeiro atacava, mas Alisson e Fabricio destoavam muito. Mano poderia ter liberado Mayke já no primeiro tempo, mas o apoio vinha da esquerda.

Aos 27 Mano sacou T.Neves para a entrada de Lucas Silva e aos 35, Bryan em lugar de Ariel Cabral, lesionado. Aos 42. Ábila saiu para a entrada de Rafinha. Com as substituições o Cruzeiro se desfigurou em campo. Mano poderia ter feito “o simples” e colocado MV em lugar do Tiago Neves, L.Silva em Lugar de Cabral, mantendo a estrutura do time. Sacar Alisson para a entrada de Rafinha e explorar os espaços deixados pelo time da casa.

Apesar de todos os erros cometidos pelo Cruzeiro, ficou clara a vontade do time do Uberlândia e boa percepção de jogo do técnico Capanoce. O centroavante Schumacher mostrou oportunismo, mesmo sem jogar ao lado de Lenísio e Falcão, ganhando vários lances em cima de Léo. No gol de empate, o camisa 9 protegeu muito bem a bola, enquanto o camisa 3 não conseguiu o desarme, dando uma assistência para o chute de Caio Dantas.

Ao treinador, que tem sim, muito crédito pelas arrancadas de 2015 e 2016 deixamos um alerta: O Cruzeiro é muito grande para se contentar em segurar uma vitória simples contra times do campeonato Mineiro. A Guerra da Copa do Brasil e Brasileirão estão chegando e, com eles, adversários mais qualificados. À diretoria deixamos uma pergunta: “Até quando aguentaremos Fabrício e Bryan?” Vale lembrar que os laterais da base sempre são convocados para as seleções de base. Em termos de bastidores, como aceitar estas mudanças de datas de jogos que nos dá um dia a menos de descanso, fora a viagem de volta para BH, estando às vésperas de um clássico? #AcordaCruzeiro

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