• Ezequiel Silva

Correu pro Horto, tá morto!

Logo após as classificações do Cruzeiro e do rival regional para as finais do Mineiro, vieram à tona rumores sobre uma possível fuga do time listrado para o campo do América. A coisa se arrastou, e após a derrota deles no jogo de ida no Mineirão a covardia se confirmou. Nada que surpreendesse o torcedor Cruzeirense, já calejado com as artimanhas mau caráter do time de Lourdes para tentar nos intimidar. A começar pelas reclamações infundadas sobre a interferência da arbitragem no resultado do primeiro jogo. Sempre que perdem, o Cruzeiro nunca tem méritos. É a velha choradeira de sempre. Estamos acostumados com essas atitudes que só mostram quão pequeno é o pensamento do nosso rival e a sua completa falta de identidade para ser campeão.

Marquinhos Gabriel comemorando o gol na primeira partida da final do Campeonato Mineiro. Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro


Na reunião que definiu o detalhes do jogo, o Cruzeiro nem se desgastou discutindo sobre material de torcida, ingressos e outros detalhes que desviam o foco do que mais importa, o jogo. Deixou que eles fizessem tudo como quisessem, permitindo ao rival se afundar em sua pequena existência com suas atitudes ridículas. A parte alvinegra (muito influente, inclusive) da imprensa local comprou, como sempre, a ideia dos listrados e ajudou a criar o clima de guerra. No dia do jogo, as já conhecidas dificuldades para o torcedor estrelado. Espaço apertado, proibições esdrúxulas, seguranças intimidando torcedores. Um festival de desrespeito ao Estatuto do Torcedor e principalmente ao ser humano. Em campo, de um lado, um amontoado de jogadores pilhados, malucos. Do outro, uma equipe ciente das suas capacidades, mantendo a cabeça no lugar e sabedora de que o resultado viria. O Cruzeiro foi claramente superior no futebol, no controle psicológico e na honestidade. No final, o óbvio: venceu o único Gigante!


Agora são 24 decisões diretas entre o Cabuloso e o rival local, tendo o Cruzeiro vencido 15 títulos. No século XXI, foram 11 finais diretas, com 8 triunfos azuis e apenas 3 dos penados. São nossos fregueses de carteirinha! Foi a vitória do Clube que não precisa da proteção da federação estadual para se sentir grande. Foi a vitória do Clube que é Gigante mesmo não sendo o protegido da imprensa local. Foi a vitória do time que mais mereceu vencer e que trabalhou para isso a campanha toda, pois foi campeão invicto com o melhor ataque, a melhor defesa, o líder de assistências e o artilheiro do campeonato. Os listrados e sua corja fingem que não, mas no fundo da sua alma o atleticano sabe que SOMOS O CRUZEIRO e que nosso objetivo sempre foi, é e sempre será conquistar títulos, levantar troféus, dar voltas olímpicas. Essa é a nossa essência. O Cruzeiro nasceu para ser campeão!

Fred comemora o gol do título do Campeonato Mineiro 2019. Foto: Vinnicius Silva

O Mineiro de 2019 se tornou mais uma página em nossa história vitoriosa. O campeonato que ficou marcado por mais uma fuga das galinhas com medo da Raposa mais Cabulosa do mundo. Pois de nada adiantou, a Raposa sente o cheiro do medo dos galináceos a quilômetros de distância e vai atrás, não importando se fugirem para Lourdes, para o Horto ou para o coretinho do Parque Municipal. Quando sente fome, a Raposa invade o galinheiro e faz as penas subirem. É o banquete perfeito! É a sua essência!

Viva o Maior de Minas, Bicampeão Mineiro!

Por: Ezequiel Silva - @AraraquarAzul

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