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Análise do Jogo Cruzeiro 2x1 Tricordiano: Bons reservas...

Análise do Jogo: Cruzeiro 2x1 Tricordiano Bons reservas...

Cruzeiro e Tricordiano se enfrentaram no Mineirão na tarde deste domingo. Mano Menezes, conforme indicou nos treinamentos de sábado, mandou à campo um time com apenas 2 titulares: Rafael e Léo. Iniciaram a partida Rafael, Mayke, Leo, Kunty Caicedo e Bryan; Hudson e Lucas Romero; Rafinha, Raniel e Elber; Ramón Ábila. A equipe do sul de Minas, dirigida pelo técnico Edinho, veio com Marcão; Marcelo, Wescley, Augusto e Renan; Rodrigo Paulista, Leo Cordeiro, Leo Bartholo e Dinelson; Luiz Felipe e Rodriguinho.

O Time celeste não encontrou a facilidade dos dois jogos anteriores, mas conseguiu manter a posse de bola e pressionar a equipe do Tricordiano. A linha de três meias rápidos composta por Rafinha, Elber e Raniel conduzia a bola, mas se perdia na hora do último passe. Defensivamente a dupla Hudson e Romero deu segurança à zaga. Caicedo mostrou boa recuperação e boa saída pro jogo. Os laterais foram bem. Talvez tenha faltado uma maior aproximação dos volantes para receber a bola justamente para a saída pro jogo.

Ábila perdeu uma chance clara aos 17, após boa roubada de bola de Mayke. 2 minutos depois, Lucas Romero fez um um belo lançamento da intermediária. Rafinha recebeu, deixou escapar um pouco, mas na raça, evitou que a bola saísse, mandando pra pequena área. Lá chegou o camisa 9, como tem que ser: dividindo e mandando pro gol. O Tricordiano até esboçou uma reação, mas não levou perigo ao gol de Rafael. Já o Cruzeiro, manteve o ritmo.

Na etapa complementar, o time celeste voltou em ritmo de treino. O Tricordiano criou algumas chances, mas o Cruzeiro manteve a tônica de desperdiçar lances. Aos 17 Robinho entrou em lugar de Raniel. Parecia ser o meia que estava faltando ao time, mas inicialmente o camisa 19 atuou pelo lado direito do campo. Aos 26, Léo errou um bote (de forma até inocente) e Vieira deu um belo passe entre a defesa celeste. Carrara recebeu e mandou no cantinho de Rafael. Empate do Tricordiano.

O gol sofrido acordou torcedores, jogadores e treinador. Imediatamente Mano substituiu Élber, que não fez boa partida, por Arrascaeta. O Uruguaio veio para jogo e mudou a cara da partida. Aos 33 Alisson entrou no lugar de Hudson, abrindo ainda mais a defesa do adversário. O gol era questão de tempo e, aos 41, após um chute de fora d’area forte e cruzado de Bryan, Ábila dominou do jeito que deu e com um biquinho encobriu o goleiro. O Gol da vitória! Arrascaeta ainda perdeu uma boa chance de coroar seu centésimo jogo com nosso manto, mas já estava de bom tamanho.

A equipe DebateZeiros entende que, observando a sequência de jogos e o nível dos adversários, é compreensível Mano Menezes poupar os atletas após o clássico. Contudo, hoje o Cruzeiro sentiu falta de um “camisa 10”, aquele jogador que pensa o jogo. A entrada dos titulares mudou a forma de jogo e, consequentemente, o placar. Mano poderia ter alternado Arrascaeta e Robinho, jogando um tempo cada. Os reservas mostraram que podem somar muito, desde que seja mantida a espinha dorsal da equipe.

A Arbitragem novamente foi um caso à parte. Houve um pênalti claro reclamado pelo Tricordiano (lance de Bryan em Carrara), vários impedimentos do ataque celeste assinalados de forma errônea, além do equivocado critério de cartões amarelos e no gol da virada, Ábila um pouco impedido... Erros para os dois lados e escancarada a deficiência da arbitragem Mineira.

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